Em MS, só 73 aderiram à tarifa branca, mas consumidor notou economia

O sistema entrou em vigor em janeiro de 2018 para quem consumia mais de 500 kWh por mês e neste ano passou a valer também para quem consome a partir de 250 kWh

Opção pela tarifa branca deve ser avaliada para não causar aumento na conta de energia elétrica. (Foto: Paulo Francis)

Opção pela tarifa branca deve ser avaliada para não causar aumento na conta de energia elétrica. (Foto: Paulo Francis)

A tarifa branca de energia elétrica já completou um ano prometendo gerar economia para determinados consumidores, mas nem sempre isso acontece. O sistema entrou em vigor em janeiro de 2018 para quem consumia mais de 500 kWh por mês e neste ano passou a valer também para quem consome a partir de 250 kWh. Mas poucos sabem o que é a tarifa branca, como ela funciona e se realmente é vantajosa para seu caso.

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A medida da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) visa estimular os consumidores a priorizarem o consumo da energia nos horários em que o sistema está ocioso, através de uma tarifa diferenciada. Mas o uso da energia deve ser evitado no horário de pico, quando a tarifa é mais cara.

“Há incentivo através da tarifa, para a população utilizar a energia fora do horário de ponta, consumir apenas na hora que o sistema está mais ocioso, assim evita a sobrecarga e exige menos do sistema”, explica Ercilio Diniz Flores, gerente comercial da Energisa. Entretanto, “se usar no período de ponta, o consumidor é penalizado”, adiciona.

Segundo a Energisa e a Aneel, o uso da tarifa branca, quando respeitados os horários fora de ponta, pode gerar uma economia de até 20%. O gráfico abaixo mostra a variação do custo da energia de acordo com o horário utilizado, tanto para consumidores residenciais, comerciais ou rurais. Por exemplo, o custo do kWh da energia para um consumidor residencial ficaria 92% mais caro se utilizado no horário de ponta, mas ficaria 20% mais barato, se utilizado fora do horário de ponta.

Gráfico comparativo de tarifas para consumidores residenciais, comerciais e rurais. (Fonte: Aneel/Energisa)

Gráfico comparativo de tarifas para consumidores residenciais, comerciais e rurais. (Fonte: Aneel/Energisa)

Fonte: CG News

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