Por enquanto data é 15 de abril’, avisa Hashioka sobre retorno da jornada de 8h

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Secretário de Estado de Administração encerrou no fim da tarde desta terça-feira (12) as rodadas de negociações com sindicatos de servidores

Por enquanto está mantida a data de 15 de abril para o retorno da jornada de 8h para mais de 16 mil servidores estaduais, informou o secretário de Estado de Administração e Desburocratização (SAD) Roberto Hashioka. No final da tarde desta terça-feira (12) ele encerrou as rodadas de negociações com os sindicatos.

Apesar do pedido de diversas entidades, não há previsão de prorrogar o início da validade do decreto. A princípio fica mantida a data do dia 15, mas a decisão final será tomada em reunião com o governador Reinaldo Azambuja, adiantou Hashioka. “Tudo depende do que será definido na reunião com o governador para finalizar o decreto’, detalhou.

O secretário destacou as dificuldades do processo, mas reitera que a medida é uma necessidade do Estado que já não há possibilidade de novas contratações. “Não há dúvida de que é uma ação de certa complexidade porque interfere na rotina dos servidores, mas o servidor é consciente da sua função’, afirmou.

De acordo com ele, o retorno do expediente integral é para melhorar a conjuntura econômica do Estado. “Não é capricho, é necessidade visto que não tem como contratar mais servidores. Então nós vamos aproveitar os servidores que nós já temos’, completou.

Negociações

Após conversas com dezenas de sindicatos, Hashioka admitiu que não houve consenso. “Sempre fica uma dúvida porque é difícil fazer com que as pessoas entendam quando isso interfere no seu bolso’, destacou. Ele lembrou, entretanto, a necessidade de “amadurecer rápido’ o assunto.

Nesta terça-feira (12) ocorreram as reuniões com os maiores sindicatos: o Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de MS), no início da tarde, e a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul).

Junto com os servidores da educação, no final do dia, a última rodada de reunião contou com representantes do Sintss (Sindicato dos Trabalhos em Seguridade Social em MS), da AAS (Associação dos Auditores da Saúde), Aduems (Associação dos Docentes da UEMS), Sintauems (Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos da Uems), Sinted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação), Sinder (Sindicato dos Trabalhadores da Agesul) e Sinfae (Sindicato dos Funcionários Administrativos da Educação).

Fonte: MS News

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